
“- Era pra ser amor.
- E por quer não é?
- Porque já foi.
- E agora?
- Agora eu acho que é saudade.
- Acha?
- É que eu não sei se é dor ou saudade.
- Eu também acho.
- Acha o que?
- Que a saudade sempre leva no bolso um pouquinho de dor.”
- E por quer não é?
- Porque já foi.
- E agora?
- Agora eu acho que é saudade.
- Acha?
- É que eu não sei se é dor ou saudade.
- Eu também acho.
- Acha o que?
- Que a saudade sempre leva no bolso um pouquinho de dor.”
— Querido John
“Te amo assim…
desse meu jeito meio torto,
inseguro e desajeitado.
Te amo assim…
mesmo não sabendo amar.”
desse meu jeito meio torto,
inseguro e desajeitado.
Te amo assim…
mesmo não sabendo amar.”
— Querido John
“É só na saudade que descobrimos o real valor da pessoa amada. Doses de saudade, choque de realidade. Saiba sentir saudade, saiba amar e saiba ser amado.”
— Caio Augusto Leite
“Ficava sentado em cima do muro segurando um pedaço de papel manchado de café rabiscado com algumas palavras. Os olhos corriam pelas linhas tortas escritas, ele olhava pro horizonte, a vista embaçava e respirava fundo: pura saudade.”
— Nefertum.
“Falamos de amor, como se amássemos. Falamos até da morte, como se tivéssemos morrido. E ainda falamos de nós, como se nos conhecêssemos.”
“Daí, penso também outra coisa de gente grande: Não adianta muito você se enfeitar toda pra uma pessoa gostar mais de você. Porque, se ela gostar, vai gostar de qualquer jeito, do jeito que você é mesmo, sem brilhos falsos.”
— Caio Fernando Abreu.
“Nosso amor era frágil. Deveria ter lido aquela caixa pequena onde ele se encontrava, sempre há avisos quando o produto pode ser fácil de quebrar. Nosso amor deveria ter vindo com um manual, ou talvez ele estava nessa caixa que fizemos o favor de jogar fora, junto com os censos de errado e certo que tínhamos. O amor mentiu para nós. Ele disse que iríamos ter o mundo, mas na verdade ele nos deu apenas o céu, para cairmos, e sabe lá Deus onde vamos parar agora. Amor traiçoeiro, nos deu um para-quedas que mais serve como um lençol onde derramamos nossas lágrimas noturnas, silenciosas, doídas. Amor pequeno, que nos completa, mas nem sempre com coisas que esperávamos que seriam suficientes. Nosso amor grita, grita por socorro, por ajuda, mas estamos mais surdos do que prestativos agora. Nosso amor fugiu, bem na hora que mais precisávamos, nos deixou sozinho, perdido, e agora, somente nós dois, a procura do que restou do mesmo, se há que restou. Nosso amor era saudável, mas agora, adoeceu, se tornou cancerígeno, multiplicou a dor e o que temos que fazer? Erradicá-lo de nosso coração ou apenas morrer por ele? Nosso amor… Tínhamos um?”
— Nosso amor se tornou cancerígeno. (Notasdeumtolo)

